quarta-feira, 18 de março de 2009

QUANDO PARAM AS DISPARIDADES

Tem sido noticia a crise que afecta o mundo, com as costumadas soluções para resolver a mesma, acaband0 sempre os mais desfavorecidos a serem as vitimas da mesma.
Num mundo onde a força do trabalho não tem sido recompensada de forma equitativa e o fruto de asneiras sobre asneiras, a par da ganância desenfreada de quem mais tem mais quer, assite-se ao desplante de quase em forma «caritativa» se lamentar a perda de alguns milhões, daqueles que vivem faustosamente sem se importarem com a «miséria» dos que vivem da «esmola» da força do trabalho.
Chega de hipocrisia.
Já é tempo de sermos justos e só dessa forma poderemos ultrapassar as crises que os mais abastados solucionam com o encerramento dos postos de trabalho, quando a crise foi criada por eles, os quais muitas vezes sem olhar a meios pretendem reforçar os seus impérios e sempre a custa do trabalho daqueles que mereciam.
É tempo de olharmos para tudo que faz girar o mundo e de forma justa talvez seja possível na união do capital e do trabalho podermos relançar as bases para a construção de uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais solidária, onde as diferenças sejam menos notadas.

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